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Era comum na Antiga Índia que no momento do nascimento de uma criança se chamassem os astrólogos eruditos para que informassem aos pais do bebe acerca do futuro deste. Mediante cálculos astrológicos, é possível saber os posicionamentos planetários favoráveis assim como dos adversos.
Entre os séculos XV e XVII, floresceu no Rajastão a pintura em telas de pequenas dimensões, coloridas com tintas a base de mineirais e ervas. As miniaturas recriam cenas de grandes poemas e épicos indianos tais como Gita Govinda, Bhagavata Purana e Ramayana. A riqueza de detalhes e delicadeza das formas é análoga aos belos versos em sânscrito que representam.
A história popular é o meio pelo qual a complexa cosmologia védica continua viva na Índia até hoje. O misticismo é povoado por metáforas acerca de questões afetivas, éticas e filosóficas. Dentre os grandes épicos, o Bhagavata Purana é o mais exaltado, contando os passatempos fantásticos de Sri Krishna, o menino azul.
Do teatro popular à dança clássica, a tradição de contar e ouvir histórias tornou a Índia um dos maiores pólos cinematográficos do mundo, com estilo próprio e identidade, conhecido também como estilo Bollywood.